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Damaraland

12.05.2019

 

* Essa viagem foi realizada em março de 2017

 

A atração mais famosa dessa região da Namíbia conhecida como Damaraland é o Spitzkoppe, um parque com uma formação rochosa incrível.

Nós dormimos em dois campings em regiões diferentes de Damaraland, ao cruzar a região para chegar até o Etosha National Park.

 

Essa é uma região menos explorada pelos turistas e, consequentemente, com menos estrutura. Nós vacilamos e acabamos ficando sem gasolina pois não abastecemos no último posto que vimos e tivemos que desviar nosso roteiro e gastar mais dinheiro com um camping extra, pois não conseguimos chegar no que tínhamos reservado.

O plano inicial era dormir a primeira noite no Madisa Campsite e a segunda no Hoada Campsite, mas ao olhar o mapa no segundo dia vimos que não tinha posto de gasolina perto do Hoada e teríamos que dirigir até Khorixas, cidade com o posto mais próximo. A partir de lá não fazia sentido voltar, já que já estávamos mais perto do Etosha, então acabamos buscando um camping por ali mesmo. 

 

 

TURSIMO

 

-  Spitzkoppe: Formação geológica linda e avermelhada. Foi nossa primeira parada na região. Um dos motivos para essas rochas serem tão diferentes é que essa região da Namíbia fez parte da separação dos continentes na época da pangeia. 

 

 

 

- Vingerklip: Também conhecido como Finger of God, é uma outra formação rochosa diferente e incrível. Você faz uma pequena trilha (um pouco íngrime) para subir até a base do "dedo", onde se tem uma vista linda da região.

 

 

 

 

- Twyfelfontein: Sítio arqueológico que possui uma das maiores concentrações de desenhos rupestres da África. Para conhecer o lugar é preciso contratar um guia que te conta um pouco sobre as pinturas enquanto seguimos uma trilha.

 

 

 

- Petrified Forest: Não conseguimos conhecer essa atração pois existem muitas placas de falsas Petrified Forest pelo caminho e infelizmente não encontramos a verdadeira. Como a internet quase não funciona na Namíbia, dependíamos do mapa de papel e não ficou muito claro como chegar no lugar certo.

 

- The Brandberg: Outra formação rochosa peculiar mas que também não conhecemos.

 

 

 

NOSSO ROTEIRO

 

  

Saímos de Swakopmund de manhã, passamos na Costa dos Esqueletos e dirigimos até Spitzkoppe, o que deu cerca de 5 horas de viagem. Dormimos no Madisa Campsite.

 No segundo dia acordamos cedo e fomos procurar elefantes nos arredores do camping pois um funcionário disse que tinha visto um passando pela área. Foi bem divertido e emocionante, mesmo só tendo visto de longe com binóculos.
De lá seguimos para Twyfelfontein e buscamos a Petrified Forest, mas não encontramos e vimos que nossa gasolina estava baixa, então resolvemos ir para Khorixas abastecer e acabamos dormindo num camping por lá.

No terceiro dia fomos visitar o Vingerklip e dirigimos até Outjo, onde almoçamos, fizemos mercado e partimos para o Etosha.

  

 

 

 

ONDE COMER

  

No Madisa Campsite não tem absolutamente nada para comprar de comida, é importante ir abastecido.

 

No camping em Khorishas (iGowati Lodge) tem bar e restaurante (onde jantamos). 

 

Em Outjo almoçamos no Outjo Bakkary, uma padaria bem bonitinha. Comi uma massa super gostosa.

 

 

ONDE FICAR

 

O Madisa Campsite é bem rústico. Não tem nenhuma infraestrutura de alimentação e o banheiro é super roots (é um banheiro por área de camping e ele fica a céu aberto, você sobre uma escadinha de uma construção em madeira com paredes, mas sem teto, rs). Mas a água do chuveiro é aquecida.

Também não tem energia elétrica. Mas ele é excelente para ver elefantes e o céu estrelado.

 

 

 

Na segunda noite acabamos ficando no iGowati Lodge, que eu achei muito bom. Além da área de camping ele também tem quartos e chalés. Tem uma área de piscina onde tomamos umas cervejas e vimos um por do sol lindo e vários animais bem pertinho.

 

 

E se não tivéssemos ficado sem gasolina, teríamos dormido no Hoada Campsite, que pareceu bem bacana, também com estrutura de piscina e uma vibe mais roots como o Madisa (chuveiro quente, mas a céu aberto) e mais isolado na natureza.

 

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Por Julia Zettel

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